Ela ajuda o corpo a absorver cálcio e fósforo e participa da imunidade. Veja de onde vem, quanto as referências indicam e por que o excesso também preocupa.
A vitamina D funciona ao mesmo tempo como nutriente e como hormônio. Sua função mais conhecida é ajudar o organismo a absorver cálcio e fósforo, minerais essenciais para ossos fortes. Ela também participa do funcionamento do sistema imunológico.
De onde ela vem
O corpo produz vitamina D quando a pele recebe os raios UVB do sol. Poucos alimentos a contêm de forma natural: peixes gordurosos, como salmão e atum, o óleo de fígado de bacalhau e a gema do ovo estão entre as melhores fontes, além de alimentos fortificados. Fatores como uso de protetor solar, pele mais escura, meses de inverno e locais de latitude alta reduzem a produção na pele.
Quanto é recomendado
A fonte consultada, de origem norte-americana, cita como referência cerca de 600 UI (15 mcg) por dia para adultos de 19 a 70 anos e 800 UI (20 mcg) acima dos 70. O limite superior considerado seguro para adultos é de 4.000 UI diárias. No Brasil, a quantidade ideal para cada pessoa deve ser definida por médico ou nutricionista.
Atenção ao excesso e às evidências
Tomar doses acima do limite sem acompanhamento pode causar hipercalcemia, o excesso de cálcio no sangue, que afeta coração e rins. Além disso, estudos clínicos mostram resultados mistos quando se procura benefício além da saúde óssea, como prevenção de outras doenças. Ou seja: a vitamina D é importante, mas não é uma solução para tudo.
Em resumo
- Ajuda na absorção de cálcio e fósforo e apoia a imunidade.
- Sol e alimentação são as bases; suplemento é uma opção quando há indicação.
- Mais não é melhor: converse com um profissional de saúde antes de suplementar.
As informações têm caráter educativo e não substituem a orientação de médico ou nutricionista. Suplementos alimentares não são medicamentos e não devem substituir uma alimentação equilibrada.
Foto de capa: Unsplash.
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